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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Principais ameaças à segurança na web em 2017



2016 foi repleto de ataques cibernéticos que exploraram uma série de vulnerabilidades. E, de acordo com Ondrej Vlcek, vice-presidente executivo da Avast, a preocupação deve continuar neste ano. "Os criminosos passaram o ano ocupados, desenvolvendo maneiras de nos ameaçar online. Como a educação com as ameaças cresce, também aumentam a sofisticação da tecnologia, as estratégias e os métodos utilizados", explica.

O executivo listou as 6 principais tendências para 2017 no setor; confira:

1. Ransomware
No ano passado, a Avast registrou mais de 150 famílias de ransomware para Windows. E a expectativa é de que o número seja ainda maior neste ano, por conta da grande quantidade de programas do tipo disponíveis para uso gratuitamente. Tudo o que o hacker deve ter é um conhecimento básico para compilar o código.

2. Ransomware ‘Espalhe ou Pague’
Outra tendência é de que os criminosos peçam às vítimas que espalhem o arquivo malicioso, caso não possam pagar o “resgate” solicitado. Mesmo não ganhando dinheiro, isso ajuda a disseminar a ameaça.

3. Vulnerabilidade Dirty COW
A Dirty COW é uma vulnerabilidade no kernel do Linux que permite a um invasor ignorar a estrutura de permissões para escrever (gravar) em arquivos que eram apenas de leitura. O executivo da Avast acredita que o esquema passe a ser usado por criminosos para acessar diversos dispositivos.
"A vulnerabilidade será transmitida por meio de táticas de engenharia social, que farão com que usuários distraídos instalem aplicativos maliciosos que rodem o Dirty COW”, aposta o vice-presidente.

4. Exposição de Dados Pessoais pelo 'Doxing'
O doxing, prática onde os criminosos fazem cópias do backup do usuário, copiando fotos, mensagens, contratos e arquivos importantes, em caso de falha no backup de segurança, e exigem uma recompensa para devolvê-los e evitar sua exposição, também deve crescer neste ano.

5. Internet das Coisas
O crescimento de casas conectadas pode deixa-las mais vulneráveis a pessoas mal intencionadas. Roteadores, câmeras, eletrônicos, carros, games, TVs, babás eletrônicas e outros dispositivos com Internet das Coisas podem ser invadidos com as credenciais de login padrão e formar grandes botnets, as rede.

6. Aprendizado de máquina
Uma das tecnologias disponíveis na proteção também está disponível do lado dos criminosos. A inteligência artificial pode ser usada para infectar usuários. “A disponibilidade de computação e armazenamento a baixo custo e de algoritmos de aprendizado de máquina e código de inteligência artificial prontos deve aumentar a utilização desse método pelos bandidos”, explica Vlcek.

Do Autor
Fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

DITADOS POPULARES NA ERA DIGITAL

Como estamos na ‘Era Digital’, foi necessário rever os velhos ditados existentes e adaptá-los à nova realidade. Vejam alguns:

1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. Antes só, do que em chats aborrecidos.
4. Arquivo dado não se olha o formato.
5. Para bom provedor uma senha basta.
6. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
7. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
8. Em terra off-line, quem tem um 486 é rei.
9. Hacker que ladra, não morde.
10. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
11. HD sujo se limpa em casa.
12. Melhor prevenir do que reformatar.
13. O barato sai caro. E lento.
14. Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.
15. Quando um não quer, dois não teclam.
16. Quem clica seus males multiplica.
17. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
18. Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
19. Quem não tem banda larga, caça com modem.
20. Quem nunca errou que aperte a primeira tecla.
21. Quem semeia e-mails, colhe spams.
22. Quem tem dedo vai a Roma.com
23. Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.
24. Vão-se os arquivos, ficam os backups.
25. Diga-me que computador tens e direi quem és.
26. Uma impressora disse para outra: Essa folha é sua ou é impressão minha.
27. Aluno de informática não cola, faz backup.
28. O problema do computador é o USB (Usuário Super Burro).
29. Na informática nada se perde, nada se cria. Tudo se copia… e depois se cola.
30. Há dois tipos de pessoas na informática. Os que perderam o HD e os que ainda vão perder…
31. O Natal das pessoas viciadas em computador é diferente. No dia 25 de Dezembro, o Papai Noel desce pelo cabo de rede, sai pela porta serial e diz: Feliz Natal, ROM, ROM, ROM.


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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

INTERNET PELA REDE ELÉTRICA

Já é realidade no Brasil

No dia 13 de abril de 2009, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) homologou a tecnologia PLC - Power Line Communication, ou BPL - Broadband Power Line. Essa tecnologia permite o tráfego de voz, dados e imagens através da rede elétrica, o que abre um leque enorme de possibilidades na área de tecnologia.


A tecnologia PLC já existe há cerca de dez anos, sendo comercializada em 16 países da Europa. Nestes países, estão disponíveis links de até 4,5Mbps, devendo chegar ao final deste ano aos 14Mbps.

No Brasil, o desenvolvimento da PLC começou no Paraná, na fornecedora de energia elétrica, no final da década passada. Desde então, foi desenvolvida uma tecnologia compatível com o Sistema Elétrico Brasileiro, que foi testado nos últimos dois anos, até ser homologado.

Em São Paulo, já existem três bairros onde esta tecnologia está sendo utilizada: Pinheiros, Cerqueira César e Moema. Para os demais bairros, a tecnologia deverá estar disponível a partir de 2010. Com o PLC, a tomada elétrica vira o ponto principal de comunicação da residência ou da empresa.

O que muda para o usuário?
Para ter acesso a esta tecnologia, o usuário deverá contratar o serviço da operadora credenciada para comercializá-lo e adquirir um modem compatível com a tomada elétrica.
Esse modem vai filtrar o sinal elétrico e disponibilizar os sinais de voz, dados e imagens em saídas específicas, funcionando como central de mídia.

Pensando em termos de facilidades oferecidas, esse modem poderá vir com uma antena de rede Wireless, oferecendo mobilidade para equipamentos de informática, como notebooks e desktops.


Outra possibilidade é portar o modem e usar a sua internet em qualquer lugar, bastando plugá-lo na tomada. Além disso, a montagem das redes vai ser simplificada, não necessitando de cabeamento de dados - que hoje é um problema, devido à dificuldade de passagem dos cabos.

Para as empresas, o PLC pode ser uma tecnologia que irá facilitar a interligação de unidades distantes através da rede elétrica, diminuindo a necessidade de links dedicados de dados, que são caros.

O que é preciso fazer na rede elétrica?
Para adaptar a rede elétrica para o PLC, as concessionárias de energia devem instalar uma grande quantidade de repetidores e roteadores junto aos transformadores, para amplificar o sinal de dados e evitar as oscilações nos pontos de segmentação da rede elétrica.

Como o PLC será comercializado?
A Eletropaulo divulgou que não deverá comercializar o PLC diretamente para o consumidor final, devendo fazer uma aliança com as operadoras de telecomunicações para atender o novo serviço.

Capilaridade da rede
Como a rede elétrica chega a quase todas as residências, o potencial de penetração desta tecnologia é enorme, podendo chegar a lugares onde hoje não existe banda larga pela linha telefônica, por rede de TV a cabo ou, ainda,
por rádio.

Somente este aspecto já torna o PLC atrativo para o público em geral. Basta agora saber como será o modelo comercial e o que vai ser oferecido para os consumidores finais.

Quais as vantagens
Em Porto Alegre, RS, já está utilizando a nova tecnologia. Luis Cunha, assessor de Relações Institucionais da Procempa, explica algumas vantagens:

"Uma das vantagens de transmitir dados pela rede elétrica é que 98% das residências do Brasil têm acesso. Por exemplo, pegamos um bairro afastado, que tem 120 mil habitantes. Apesar disso, não há cabeamento para internet rápida, porque não daria lucro. Puxamos um cabo de fibra ótica até lá e acoplamos na rede elétrica. Tem até fila para usar agora".

O acesso à internet utilizando discagem, como funciona em boa parte das residências brasileiras, tem uma velocidade de 56 mil bits por segundo (56 Kbps), normalmente. Utilizando a rede de cabos, chega a 2 milhões de bits por segundo (2 Mbps). A internet pela rede elétrica testada em Porto Alegre funciona a 45 milhões de bits por segundo (45 Mbps) , e será trocada, em breve, por um acesso de 200 milhões de bits por segundo (200 Mbps), diz Cunha.

"A transferência atual é pelo menos sete vezes mais rápida, dependendo do aparelho", explica o assessor de Projetos Especiais da Procempa, Cirano Iochpe, e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Segundo Iochpe, a transferência de dados pela rede elétrica funciona convertendo os bits em pulsos elétricos, que circula depois como tensões e correntes. "O desafio técnico agora é fazer essa rede ter uma performance adequada. Até hoje, esses pequenos projetos do Brasil usavam uma tecnologia que não era desenvolvida especificamente para o Brasil. No Brasil, o sinal perde força, tem ruídos. Os novos equipamentos têm filtros eletrônicos para manter o sinal forte e reduzir as interferências - que, no Brasil, são enormes", explica.

A facilidade, entretanto, é enorme. Em um prédio com acesso pela rede elétrica, é possível tirar o computador de uma tomada e ligar em outra, por exemplo. A Procempa já faz testes para dois tipos de usos: telemedicina, que é organizar consultas em centros médicos que possam ser realizadas em hospitais distantes com auxílio do vídeo; e um canal de retorno para interatividade da TV digital. Enquanto a TV digital seria transmitida por antenas, a interatividade poderia ser feita pela rede elétrica.


Iochpe diz que não há intenção comercial ainda. "No início, pelo menos, não queremos competir com os provedores normais, apenas levar acesso a programas sociais, como telecentros e centros de saúde". A rede elétrica, diz Cunha, ainda não foi pensada como modelo de negócio.

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