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terça-feira, 7 de novembro de 2023
segunda-feira, 13 de abril de 2020
Chás que ajudam durante a menstruação
1. Chá de gengibre tem efeito analgésico
O gengibre é muito conhecido pela sua ação detox, tanto que é um dos ingredientes principais para sucos, chás e sopas com essa utilidade. No entanto, o que muita gente não sabe é que ele também pode ser um aliado para aliviar dores em geral - inclusive as cólicas -, seja em forma de chá ou até mesmo através de uma massagem feita com seu óleo.
2. Chá de camomila tem efeito calmante e estimula produção de aminoácido que alivia as dores
Famosa por seu efeito relaxante, a camomila costuma ser utilizada para tratar pessoas muito agitadas ou que têm problemas com insônia ou ansiedade. Mas você sabia que ela também pode ajudar quem sofre com cólicas menstruais? O chá de camomila é indicado por ter efeito calmante. Ele estimula a produção de glicina, um aminoácido que reduz os espasmos musculares e ajuda a aliviar as dores da cólica.
3. Chá de calêndula conta com ação anti-inflamatória
Muito parecida com a margarida e popularmente conhecida como "bem me quer, mal me quer", a calêndula é uma das plantas que contam com propriedades medicinais - e, dentre eles, está o alívio das cólicas intensas durante o período menstrual. A calêndula possui flavonoides e óleo essenciais em sua composição. Por isso, tem ação anti-inflamatória e é excelente para diminuir as cólicas menstruais.
4. Chá de orégano regula a menstruação e reduz as dores por eliminar toxinas
Além de aparecer como um ótimo tempero para diferentes receitas, o orégano também conta com inúmeras propriedades que trazem benefícios para a saúde. Para o período menstrual, ele aparece como aliado por diminuir dores e inflamações - o que faz com que as cólicas fiquem mais brandas - e ainda ajudar a regular a menstruação. Por conter ação diurética e sudorífera, ajuda eliminar as toxinas do organismo e a reduzir as dores de cabeça, que também costumam surgir neste período.
Do Autor
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Principais ameaças à segurança na web em 2017
2016 foi repleto de ataques cibernéticos que exploraram uma série de vulnerabilidades. E, de acordo com Ondrej Vlcek, vice-presidente executivo da Avast, a preocupação deve continuar neste ano. "Os criminosos passaram o ano ocupados, desenvolvendo maneiras de nos ameaçar online. Como a educação com as ameaças cresce, também aumentam a sofisticação da tecnologia, as estratégias e os métodos utilizados", explica.
O executivo listou as 6 principais tendências para 2017 no setor; confira:
1. Ransomware
No ano passado, a Avast registrou mais de 150 famílias de ransomware para Windows. E a expectativa é de que o número seja ainda maior neste ano, por conta da grande quantidade de programas do tipo disponíveis para uso gratuitamente. Tudo o que o hacker deve ter é um conhecimento básico para compilar o código.
2. Ransomware ‘Espalhe ou Pague’
Outra tendência é de que os criminosos peçam às vítimas que espalhem o arquivo malicioso, caso não possam pagar o “resgate” solicitado. Mesmo não ganhando dinheiro, isso ajuda a disseminar a ameaça.
3. Vulnerabilidade Dirty COW
A Dirty COW é uma vulnerabilidade no kernel do Linux que permite a um invasor ignorar a estrutura de permissões para escrever (gravar) em arquivos que eram apenas de leitura. O executivo da Avast acredita que o esquema passe a ser usado por criminosos para acessar diversos dispositivos.
"A vulnerabilidade será transmitida por meio de táticas de engenharia social, que farão com que usuários distraídos instalem aplicativos maliciosos que rodem o Dirty COW”, aposta o vice-presidente.
4. Exposição de Dados Pessoais pelo 'Doxing'
O doxing, prática onde os criminosos fazem cópias do backup do usuário, copiando fotos, mensagens, contratos e arquivos importantes, em caso de falha no backup de segurança, e exigem uma recompensa para devolvê-los e evitar sua exposição, também deve crescer neste ano.
5. Internet das Coisas
O crescimento de casas conectadas pode deixa-las mais vulneráveis a pessoas mal intencionadas. Roteadores, câmeras, eletrônicos, carros, games, TVs, babás eletrônicas e outros dispositivos com Internet das Coisas podem ser invadidos com as credenciais de login padrão e formar grandes botnets, as rede.
6. Aprendizado de máquina
Uma das tecnologias disponíveis na proteção também está disponível do lado dos criminosos. A inteligência artificial pode ser usada para infectar usuários. “A disponibilidade de computação e armazenamento a baixo custo e de algoritmos de aprendizado de máquina e código de inteligência artificial prontos deve aumentar a utilização desse método pelos bandidos”, explica Vlcek.
Do Autor
Fonte: Olhar Digital
quinta-feira, 17 de março de 2016
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Chocolate e a Saúde
Confira quais são eles e, na próxima passagem pelo
supermercado, presenteie-se com uns quadradinhos!
- Diminui o
estresse
Chocólatras apresentam níveis menores de hormônios do estresse circulando no sangue.
- Serve como anti-inflamatório
Dois quadradinhos de chocolate meio amargo por dia diminuem inflamações crônicas, consideradas as principais responsáveis por doenças como diabetes, Alzheimer e infarto.
- Melhora o humor na hora!
Chocolate meio amargo também libera serotonina no organismo, neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar.
- Aumenta nosso tempo de vida
O cacau tem quase duas vezes mais antioxidantes do que o vinho tinto e três vezes mais do que o chá verde, retardando o envelhecimento de todo o nosso corpo.
- Previne derrames
Os grãos de cacau são carregados de substâncias que ajudam a manter nosso sangue fino e as artérias limpinhas, melhorando a irrigação sanguínea no cérebro.
- Turbina os músculos
O aumento do fluxo sanguíneo melhora também a oxigenação dos músculos, preparando-os para a ação. Você se sentirá mais disposto e com mais resistência até para fazer uma simples caminhada.
Fonte: mdemulher.abril.com.br
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sábado, 9 de outubro de 2010
CONHEÇA O BUTIÁ
O termo butiá é a designação comum às palmeiras do gênero Butia, com nove espécies conhecidas, nativas da América do Sul. Possuem em geral estipe médio, com cicatriz de pecíolos antigos, longas folhas penatífidas us. em obras trançadas, e pequenas drupas comestíveis, com semente oleaginosa.
O termo butiá pode remeter ainda, mais especificamente, à Butia capitata, uma palmeira de até 7 m, nativa do Paraguai, Brasil (de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul), Argentina e Uruguai, cujo estipe é utilizado no fabrico de papel. De seus frutos, alaranjados, se faz geléia, licor, cachaça e vinagre, e das sementes, comestíveis, se extrai óleo. Também é conhecida pelos nomes de butiá-açu, butiá-azedo, butiá-branco, butiá-da-praia, butiá-de-vinagre, butiá-do-campo, butiá-miúdo, butiá-roxo, butiazeiro, cabeçudo, coqueiro-azedo, guariroba-do-campo e palma-petiza.
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O termo butiá pode remeter ainda, mais especificamente, à Butia capitata, uma palmeira de até 7 m, nativa do Paraguai, Brasil (de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul), Argentina e Uruguai, cujo estipe é utilizado no fabrico de papel. De seus frutos, alaranjados, se faz geléia, licor, cachaça e vinagre, e das sementes, comestíveis, se extrai óleo. Também é conhecida pelos nomes de butiá-açu, butiá-azedo, butiá-branco, butiá-da-praia, butiá-de-vinagre, butiá-do-campo, butiá-miúdo, butiá-roxo, butiazeiro, cabeçudo, coqueiro-azedo, guariroba-do-campo e palma-petiza.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
ALERTA - PULSEIRAS DO SEXO
Alerta para os Pais, cuidado com as pulseiras do Sexo, leiam a reportagem.
sábado, 10 de outubro de 2009
CONSUMO DO SORVETE NO BRASIL
Mesmo sendo um país tropical, o Brasil ainda tem números modestos se comparado com outros países, em torno de 4,7 litros por pessoa a cada ano, menos de um quarto do consumo de alguns países nórdicos, por exemplo, de clima frio, que consomem o produto o ano inteiro.
No Brasil, acredita-se que tomar sorvete no inverno faz mal, provocando gripes e resfriados. É, justamente, este conceito que os produtores querem mudar, já que o sorvete é um alimento nutritivo que contém proteínas, vitaminas A, B1, B2, B6, C, D, K, cálcio, fósforo, açúcares, gorduras vegetal e/ou animal, além de outros minerais essenciais a uma nutrição balanceada, podendo e devendo ser consumido o ano todo, pois é um alimento completo.
Hoje, os produtos à base de leite são apontados como ingredientes funcionais, com grandes benefícios à saúde. Os sorvetes podem chegar a atingir 135mg/100g de cálcio, o que os coloca numa posição privilegiada, principalmente para as pessoas que por hábito, gosto ou intolerância à lactose, não ingerem alimentos lácteos na quantidade necessária.
O cálcio é um mineral essencial para a saúde de dentes e ossos e seu consumo, através da dieta e particularmente através do leite e derivados, é importante durante a infância e a adolescência, fases em que ocorrem os maiores ganhos de massa óssea. Nos demais períodos, como a vida adulta e a maturidade, a dieta desempenhará um papel importante que proporciona um balanço adequado do mineral no organismo, conseqüentemente mantendo a estrutura óssea adquirida nas fases anteriores. Em termos médios, o consumo de 100g de sorvete contribui com cerca de 8 a 16% da dose diária recomendada de cálcio.
O valor calórico dos sorvetes depende da sua composição, ou seja, das matérias-primas utilizadas para sua fabricação. Um sorvete produzido com ovos ou leite fornecerá uma maior quantidade de proteína e gordura comparativamente a um sorvete que utiliza água.
A ABIS tem um quadro comparativo dos dados calóricos de alguns produtos: enquanto 100 gramas de sorvete de creme possuem 208 calorias, a mesma medida de pão francês tem 269 calorias; de queijo minas, 336 calorias, e de arroz, 382 calorias.
Além do valor nutricional, os médicos recomendam sorvetes para pacientes em processo de recuperação pós-operatório de cirurgias no nariz (adenóide), garganta (amídalas), cirurgias bucais ou dentárias devido a sua ação anestésica local.
Os sorvetes também possuem outras características benéficas à saúde. Sua maior popularidade está no fato de associar prazer, conveniência, sabor, aspectos nutritivos e benefícios à saúde em uma boa medida. Em termos de conveniência e variedade, tem para todos os gostos e necessidades. A riqueza da sua composição faz do sorvete um alimento diferenciado.
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No Brasil, acredita-se que tomar sorvete no inverno faz mal, provocando gripes e resfriados. É, justamente, este conceito que os produtores querem mudar, já que o sorvete é um alimento nutritivo que contém proteínas, vitaminas A, B1, B2, B6, C, D, K, cálcio, fósforo, açúcares, gorduras vegetal e/ou animal, além de outros minerais essenciais a uma nutrição balanceada, podendo e devendo ser consumido o ano todo, pois é um alimento completo.
Hoje, os produtos à base de leite são apontados como ingredientes funcionais, com grandes benefícios à saúde. Os sorvetes podem chegar a atingir 135mg/100g de cálcio, o que os coloca numa posição privilegiada, principalmente para as pessoas que por hábito, gosto ou intolerância à lactose, não ingerem alimentos lácteos na quantidade necessária.
O cálcio é um mineral essencial para a saúde de dentes e ossos e seu consumo, através da dieta e particularmente através do leite e derivados, é importante durante a infância e a adolescência, fases em que ocorrem os maiores ganhos de massa óssea. Nos demais períodos, como a vida adulta e a maturidade, a dieta desempenhará um papel importante que proporciona um balanço adequado do mineral no organismo, conseqüentemente mantendo a estrutura óssea adquirida nas fases anteriores. Em termos médios, o consumo de 100g de sorvete contribui com cerca de 8 a 16% da dose diária recomendada de cálcio.
O valor calórico dos sorvetes depende da sua composição, ou seja, das matérias-primas utilizadas para sua fabricação. Um sorvete produzido com ovos ou leite fornecerá uma maior quantidade de proteína e gordura comparativamente a um sorvete que utiliza água.
A ABIS tem um quadro comparativo dos dados calóricos de alguns produtos: enquanto 100 gramas de sorvete de creme possuem 208 calorias, a mesma medida de pão francês tem 269 calorias; de queijo minas, 336 calorias, e de arroz, 382 calorias.
Além do valor nutricional, os médicos recomendam sorvetes para pacientes em processo de recuperação pós-operatório de cirurgias no nariz (adenóide), garganta (amídalas), cirurgias bucais ou dentárias devido a sua ação anestésica local.
Os sorvetes também possuem outras características benéficas à saúde. Sua maior popularidade está no fato de associar prazer, conveniência, sabor, aspectos nutritivos e benefícios à saúde em uma boa medida. Em termos de conveniência e variedade, tem para todos os gostos e necessidades. A riqueza da sua composição faz do sorvete um alimento diferenciado.
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SORVETE NO INVERNO
Quem nunca ouviu a frase “tomar sorvete no inverno dá dor de garganta” ou “sorvete engorda”?
São mitos que deixam muitos consumidores e apreciadores de sorvete na dúvida. No inverno, então, a intensidade com que essas frases são ditas aumenta. Mas não se preocupe; tome, sim, sorvete no inverno - não faz mal.
Quer um exemplo de que frio e sorvete são amigos? Os países da Europa, onde o inverno é muito mais rigoroso do que no Brasil o consumo de sorvete é maior. Em países como a Suíça, o consumo per capita é de 14,4 litros por pessoa ao ano, enquanto que, no Brasil, é de apenas 4,7 litros por pessoa ao ano – e concentrado no verão.
Por isso, segue algumas dicas para você saborear o seu sorvete mesmo no inverno sem culpa!
Sorvete dá gripe e dor de garganta?
Não há doenças cientificamente associadas ao consumo de sorvete.
Sorvete não é saudável?
O sorvete é tão saudável quanto uma maçã, pois contém ingredientes e nutrientes importantes para o organismo. Dentro de uma dieta equilibrada, o sorvete pode ser consumido diariamente. Os bons sorvetes têm cerca de 70% de leite em sua formulação e são ótimas fontes de cálcio. Procure também os sorvetes de frutas 100% naturais – cada fruta tem um nutriente diferente. O de limão, por exemplo, é fonte de vitamina C.
Sorvete não é natural?
Alguns, de fato, não são, mas muitos no mercado ostentam o selo “100% natural”. O sorvete, aliás, é um produto alimentício e saudável. Existe uma confusão com natural e industrial. Um não tem, necessariamente, ligação com o outro. A naturalidade ou não do produto está associada aos ingredientes, que podem ser naturais ou artificiais. Os bons sorvetes são preparados a partir de ingredientes naturais simples, como leite, frutas, chocolate e açúcar. Assim, são naturais. Estes ingredientes são misturados em um processo industrial, que pode ser infinitamente mais confiável do que muitos processos artesanais. Por meio de um processo industrial e investimentos em tecnologia é possível eliminar a possibilidade de contaminação microbiológica e obter excelentes condições de higiene. Assim, o fato de ser industrializado não significa que seja artificial, e tampouco o fato de ser artesanal torna um produto natural.
Sorvete é mais calórico que uma barra de chocolate ou outros snacks/doces?
Não necessariamente. Para se ter idéia, 3 bolas de um sorvete light de frutas têm a mesma quantidade de calorias que uma barra de cereal; 2 bolas de sorvete de flocos, creme ou tipo napolitano (60g cada) têm a mesma quantidade de cálcio que um copo de leite.
Quantas vezes por semana uma criança pode tomar sorvete? A partir de que idade o alimento é recomendado?
A partir de um ano a alimentação de uma criança pode ser igual ao do restante da família, mas com consistência adequada para a idade. O sorvete é um alimento desenvolvido com ingredientes como fruta e leite e pode perfeitamente ser consumido por crianças dentro de uma alimentação equilibrada. A freqüência de consumo depende da idade e da alimentação da criança.
Sorvete engorda?
O conteúdo calórico de um sorvete é significantemente menor do que as pessoas acham. Sorvete, assim como qualquer outro alimento, deve ser consumido dentro de uma dieta equilibrada. E o conceito “caloria” tem uma conotação, muitas vezes, errada. O organismo é motivado por calorias. Quando não há equilíbrio e ocorre o consumo de mais calorias do que o corpo necessita há ganho de peso. Assim, incluir o sorvete em uma dieta balanceada é, além de saudável, muito gostoso.
Quem tem triglicérides altas pode consumir sorvete?
A alimentação de quem tem triglicérides altas exige cuidados especiais, portanto, é fundamental discutir a inserção dos alimentos com um médico ou nutricionista.
Quais sorvetes podem ser consumidos por quem tem sensibilidade à lactose?
Todos os sorvetes que não levam leite em sua formulação.
Sorvete deve ser dado a quem acaba de operar as amídalas?
Sim. Por ser gelado, o sorvete evita hemorragias no local.
O consumo de sorvete é indicado por dentista depois da extração do dente do siso. Por quê?
Pelo mesmo motivo da pergunta acima. Por ser gelado, o sorvete evita hemorragias no local.
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São mitos que deixam muitos consumidores e apreciadores de sorvete na dúvida. No inverno, então, a intensidade com que essas frases são ditas aumenta. Mas não se preocupe; tome, sim, sorvete no inverno - não faz mal.
Quer um exemplo de que frio e sorvete são amigos? Os países da Europa, onde o inverno é muito mais rigoroso do que no Brasil o consumo de sorvete é maior. Em países como a Suíça, o consumo per capita é de 14,4 litros por pessoa ao ano, enquanto que, no Brasil, é de apenas 4,7 litros por pessoa ao ano – e concentrado no verão.
Por isso, segue algumas dicas para você saborear o seu sorvete mesmo no inverno sem culpa!
Sorvete dá gripe e dor de garganta?
Não há doenças cientificamente associadas ao consumo de sorvete.
Sorvete não é saudável?
O sorvete é tão saudável quanto uma maçã, pois contém ingredientes e nutrientes importantes para o organismo. Dentro de uma dieta equilibrada, o sorvete pode ser consumido diariamente. Os bons sorvetes têm cerca de 70% de leite em sua formulação e são ótimas fontes de cálcio. Procure também os sorvetes de frutas 100% naturais – cada fruta tem um nutriente diferente. O de limão, por exemplo, é fonte de vitamina C.
Sorvete não é natural?
Alguns, de fato, não são, mas muitos no mercado ostentam o selo “100% natural”. O sorvete, aliás, é um produto alimentício e saudável. Existe uma confusão com natural e industrial. Um não tem, necessariamente, ligação com o outro. A naturalidade ou não do produto está associada aos ingredientes, que podem ser naturais ou artificiais. Os bons sorvetes são preparados a partir de ingredientes naturais simples, como leite, frutas, chocolate e açúcar. Assim, são naturais. Estes ingredientes são misturados em um processo industrial, que pode ser infinitamente mais confiável do que muitos processos artesanais. Por meio de um processo industrial e investimentos em tecnologia é possível eliminar a possibilidade de contaminação microbiológica e obter excelentes condições de higiene. Assim, o fato de ser industrializado não significa que seja artificial, e tampouco o fato de ser artesanal torna um produto natural.
Sorvete é mais calórico que uma barra de chocolate ou outros snacks/doces?
Não necessariamente. Para se ter idéia, 3 bolas de um sorvete light de frutas têm a mesma quantidade de calorias que uma barra de cereal; 2 bolas de sorvete de flocos, creme ou tipo napolitano (60g cada) têm a mesma quantidade de cálcio que um copo de leite.
Quantas vezes por semana uma criança pode tomar sorvete? A partir de que idade o alimento é recomendado?
A partir de um ano a alimentação de uma criança pode ser igual ao do restante da família, mas com consistência adequada para a idade. O sorvete é um alimento desenvolvido com ingredientes como fruta e leite e pode perfeitamente ser consumido por crianças dentro de uma alimentação equilibrada. A freqüência de consumo depende da idade e da alimentação da criança.
Sorvete engorda?
O conteúdo calórico de um sorvete é significantemente menor do que as pessoas acham. Sorvete, assim como qualquer outro alimento, deve ser consumido dentro de uma dieta equilibrada. E o conceito “caloria” tem uma conotação, muitas vezes, errada. O organismo é motivado por calorias. Quando não há equilíbrio e ocorre o consumo de mais calorias do que o corpo necessita há ganho de peso. Assim, incluir o sorvete em uma dieta balanceada é, além de saudável, muito gostoso.
Quem tem triglicérides altas pode consumir sorvete?
A alimentação de quem tem triglicérides altas exige cuidados especiais, portanto, é fundamental discutir a inserção dos alimentos com um médico ou nutricionista.
Quais sorvetes podem ser consumidos por quem tem sensibilidade à lactose?
Todos os sorvetes que não levam leite em sua formulação.
Sorvete deve ser dado a quem acaba de operar as amídalas?
Sim. Por ser gelado, o sorvete evita hemorragias no local.
O consumo de sorvete é indicado por dentista depois da extração do dente do siso. Por quê?
Pelo mesmo motivo da pergunta acima. Por ser gelado, o sorvete evita hemorragias no local.
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QUEM VEIO PRIMEIRO: O SORVETE OU A GELADEIRA?
Você sabia que o sorvete foi inventado muito antes da geladeira e do freezer?
Isso mesmo! Embora a origem dessa delícia refrescante tenha se perdido no tempo, é provável que o sorvete tenha surgido na China há cerca de 3.000 anos. No início, ele era mais parecido com a atual raspadinha, não levava leite e geralmente era feito com neve, suco de frutas e mel.
Apesar de estar cercada de lendas e muitas controvérsias, sabe-se que a história do sorvete tem uma forte ligação com a evolução das técnicas de refrigeração. Em 1100 a.C., os chineses já sabiam como conservar o gelo formado naturalmente no inverno para usá-lo durante o verão. Afinal, ninguém ia querer ficar tomando sorvete num frio de lascar, não é mesmo?
Até a criação do refrigerador mecânico, no final do século XIX, um cozinheiro, para servir sorvetes ou outras sobremesas e bebidas geladinhas em dias de calor, dependia de suprimentos naturais de gelo, retirados de lagos e rios durante o inverno ou do alto das montanhas.
Para que fosse conservado, esse gelo era armazenado em depósitos subterrâneos revestidos com materiais isolantes, como madeira, e coberto com serragem. Desde que houvesse um sistema adequado para o escoamento da água, o gelo podia ser guardado dessa forma por meses ou até anos!
Por volta do século XIII, uma outra descoberta importante sobre a refrigeração permitiu o aperfeiçoamento da produção de sorvete: a de que adição de sal ao gelo provocava uma reação química que baixava a temperatura da mistura para menos de 0ºC. A partir de então, era só pôr os ingredientes já batidos num recipiente de metal e colocá-lo dentro de um outro recipiente maior, de madeira, com a mistura de sal e gelo, que o sorvete congelava bem mais rápido!
Nessa época, no entanto, ele ainda estava longe de ter aquela textura suave que conhecemos hoje e também não levava leite nem ovos. Só em meados do século XVII, provavelmente na Itália, os novos ingredientes foram incorporados à receita.
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Isso mesmo! Embora a origem dessa delícia refrescante tenha se perdido no tempo, é provável que o sorvete tenha surgido na China há cerca de 3.000 anos. No início, ele era mais parecido com a atual raspadinha, não levava leite e geralmente era feito com neve, suco de frutas e mel.
Apesar de estar cercada de lendas e muitas controvérsias, sabe-se que a história do sorvete tem uma forte ligação com a evolução das técnicas de refrigeração. Em 1100 a.C., os chineses já sabiam como conservar o gelo formado naturalmente no inverno para usá-lo durante o verão. Afinal, ninguém ia querer ficar tomando sorvete num frio de lascar, não é mesmo?
Até a criação do refrigerador mecânico, no final do século XIX, um cozinheiro, para servir sorvetes ou outras sobremesas e bebidas geladinhas em dias de calor, dependia de suprimentos naturais de gelo, retirados de lagos e rios durante o inverno ou do alto das montanhas.
Para que fosse conservado, esse gelo era armazenado em depósitos subterrâneos revestidos com materiais isolantes, como madeira, e coberto com serragem. Desde que houvesse um sistema adequado para o escoamento da água, o gelo podia ser guardado dessa forma por meses ou até anos!
Por volta do século XIII, uma outra descoberta importante sobre a refrigeração permitiu o aperfeiçoamento da produção de sorvete: a de que adição de sal ao gelo provocava uma reação química que baixava a temperatura da mistura para menos de 0ºC. A partir de então, era só pôr os ingredientes já batidos num recipiente de metal e colocá-lo dentro de um outro recipiente maior, de madeira, com a mistura de sal e gelo, que o sorvete congelava bem mais rápido!
Nessa época, no entanto, ele ainda estava longe de ter aquela textura suave que conhecemos hoje e também não levava leite nem ovos. Só em meados do século XVII, provavelmente na Itália, os novos ingredientes foram incorporados à receita.
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terça-feira, 6 de outubro de 2009
USE O JEANS CORRETAMENTE
O jeans foi o uniforme de milhares de homens que trabalhavam nas minas no oeste americano no século 19. Atualmente, o jeans é um ícone da moda e é o mais democrático dos clássicos. Diariamente surgem novas interpretações de modelagem, lavagem e aplicações que seguem as tendências de cada estação.
No Brasil, a preferência entre as mulheres é a calça jeans muito justa e de cintura baixa. Não importa se a mulher é magra, gorda, jovem, baixa ou alta. Todas querem uma calça de cós baixo.
Mas será que esse tipo de jeans cai bem para todas as mulheres?
De acordo com a estilista Mônica Garcia, as calças de cintura baixa não ficam bem para todo mundo. “Para mulheres com corpo violão [cintura fina e quadril largo], o mais indicado é uma calça sem muitos bolsos e com a cintura um pouco mais alta, que deixa o quadril em menos evidência e emagrece a pessoa”, explica.
“Se a mulher é maior em cima, tem um pouco de barriga, pernas finas e bumbum pequeno, o ideal é usar jeans mais claros e com um pouco de stretch para aumentar o bumbum e engrossar as pernas”, diz Mônica.
Para as que têm um bumbum avantajado e coxas largas, é melhor optar por uma calça escura de um modelo mais tradicional. “O cós um pouco mais alto e que não tenha stretch na composição do tecido é melhor. O jeans deve ser mais encorpado para segurar o bumbum”, esclarece a estilista.
MAGRAS E GORDAS
Para as magras, as calças menos ajustadas ao corpo são as que mais ajudam a “engrossar” as pernas. “Calças do tipo cargo e com detalhes criam a ilusão de volume. Lavagens como bigode de gato, desgastes na região da perna, bolso faca e botões grandes também fazem parte dos truques para mulheres mais magras”, explica Mônica.
Calças tradicionais, tanto com bolsos ou sem bolso, são as mais apropriadas para quem é gordinha. “O corte da calça deve ser reto e o tecido deve conter elasticidade sem ser justo. O jeans escuro, além de estar na moda, tem a função de disfarçar as gordurinhas”, diz.
De acordo com a estilista os bolsos representam um detalhe importante na hora de escolher o jeans: “Bolsos com lapela, com mais recorte, ajudam a melhorar um bumbum não tão bonito, mais achatado”.
Se não for esse o seu caso, cuidado, pois eles deixam tudo com mais volume. “Os bolsos baixos também fazem crescer o bumbum. O segredo do lugar certo para os bolsos é o meio-termo – nem muito baixo, nem muito alto”, aconselha Mônica.
No Brasil, a preferência entre as mulheres é a calça jeans muito justa e de cintura baixa. Não importa se a mulher é magra, gorda, jovem, baixa ou alta. Todas querem uma calça de cós baixo.
Mas será que esse tipo de jeans cai bem para todas as mulheres?
De acordo com a estilista Mônica Garcia, as calças de cintura baixa não ficam bem para todo mundo. “Para mulheres com corpo violão [cintura fina e quadril largo], o mais indicado é uma calça sem muitos bolsos e com a cintura um pouco mais alta, que deixa o quadril em menos evidência e emagrece a pessoa”, explica.
“Se a mulher é maior em cima, tem um pouco de barriga, pernas finas e bumbum pequeno, o ideal é usar jeans mais claros e com um pouco de stretch para aumentar o bumbum e engrossar as pernas”, diz Mônica.
Para as que têm um bumbum avantajado e coxas largas, é melhor optar por uma calça escura de um modelo mais tradicional. “O cós um pouco mais alto e que não tenha stretch na composição do tecido é melhor. O jeans deve ser mais encorpado para segurar o bumbum”, esclarece a estilista.
MAGRAS E GORDAS
Para as magras, as calças menos ajustadas ao corpo são as que mais ajudam a “engrossar” as pernas. “Calças do tipo cargo e com detalhes criam a ilusão de volume. Lavagens como bigode de gato, desgastes na região da perna, bolso faca e botões grandes também fazem parte dos truques para mulheres mais magras”, explica Mônica.
Calças tradicionais, tanto com bolsos ou sem bolso, são as mais apropriadas para quem é gordinha. “O corte da calça deve ser reto e o tecido deve conter elasticidade sem ser justo. O jeans escuro, além de estar na moda, tem a função de disfarçar as gordurinhas”, diz.
De acordo com a estilista os bolsos representam um detalhe importante na hora de escolher o jeans: “Bolsos com lapela, com mais recorte, ajudam a melhorar um bumbum não tão bonito, mais achatado”.
Se não for esse o seu caso, cuidado, pois eles deixam tudo com mais volume. “Os bolsos baixos também fazem crescer o bumbum. O segredo do lugar certo para os bolsos é o meio-termo – nem muito baixo, nem muito alto”, aconselha Mônica.
GLOSSÁRIO
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
ÁLCOOL DE CEREAL
Álcool de Cereais é o álcool etílico hidratado (ou etanol) feito de cereais (milho, arroz, etc) e em geral é usado como um ingrediente de uma receita.
É indicado na fabricação de: produtos homeopáticos, indústria farmacêutica, extrato de própolis, perfumes, aromatizadores (de ambientes, tecidos) , tinturas (medicinais, sicobioenergéticas, fitoterápicas e aromaterápicas, entre outras), elixires, produtos desodorizantes (desodorantes para corpo humano e para ambientes).
O álcool de cereais é um ingrediente básico em perfumes.
O álcool etílico hidratado (ou etanol) feito de cana-de-açucar, beterraba, batata, etc (ou seja, aquele que não é feito de cereais) não é apropriado para os usos listados acima pois não é delicado o necessário.
É indicado na fabricação de: produtos homeopáticos, indústria farmacêutica, extrato de própolis, perfumes, aromatizadores (de ambientes, tecidos) , tinturas (medicinais, sicobioenergéticas, fitoterápicas e aromaterápicas, entre outras), elixires, produtos desodorizantes (desodorantes para corpo humano e para ambientes).
O álcool de cereais é um ingrediente básico em perfumes.
O álcool etílico hidratado (ou etanol) feito de cana-de-açucar, beterraba, batata, etc (ou seja, aquele que não é feito de cereais) não é apropriado para os usos listados acima pois não é delicado o necessário.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
ORIGEM DO SORVETE
Muita gente desconhece a origem do sorvete. Existem várias teorias sobre o surgimento desta iguaria. As mais interessantes são:
O primeiro relato sobre o sorvete data de mais de 3 mil anos atrás, e tem sua origem no Oriente. Os chineses costumavam preparar uma pasta de leite de arroz misturado à neve, algo parecido como a atual raspadinha.
O Imperador Nero, há cerca de mil e novecentos anos atrás, mandava seus escravos às montanhas buscarem neve, que era utilizada para o congelamento do mel, polpa de frutas ou sucos.
No século 14, o veneziano Marco Polo voltou de sua famosa viagem ao Oriente. Além de introduzir o macarrão na Europa, Polo trouxe uma receita para fazer sorvetes de água, muito parecidos com os atuais.
No século 17, quando o monarca Francisco I esteve em campanha na Itália, decidiu levar para seu filho, o Duque de Orleans, uma noiva, Catarina de Médicis. A ela atribui-se a introdução do sorvete na França. Neste mesmo país, em 1660, Procopio Coltelli inaugurou, em Paris, a primeira sorveteria do mundo.
A neta de Catarina de Médicis casou-se em 1630 com Carlos I da Inglaterra e, segundo a tradição da avó, também introduziu o sorvete entre os ingleses. Os colonizadores britânicos levaram o sorvete para os Estados Unidos.
Em 1851 os Estados Unidos viveram um dos momentos mais importantes da história do sorvete: o leiteiro Jacob Fussel abriu em Baltimore a primeira fábrica de sorvetes, produzindo em grande escala e sendo copiado por outros em Washington, Boston e Nova York.
Em 1879, também nos Estados Unidos, é inventado o "Ice Cream Soda". O aparecimento da casquinha possui duas versões: uma de que teria surgido em 1896 na Itália, e outra que diz que ela foi inventada em 1904 nos EUA.
O picolé apareceu na Itália no início do século 20.
O primeiro relato sobre o sorvete data de mais de 3 mil anos atrás, e tem sua origem no Oriente. Os chineses costumavam preparar uma pasta de leite de arroz misturado à neve, algo parecido como a atual raspadinha.
O Imperador Nero, há cerca de mil e novecentos anos atrás, mandava seus escravos às montanhas buscarem neve, que era utilizada para o congelamento do mel, polpa de frutas ou sucos.
No século 14, o veneziano Marco Polo voltou de sua famosa viagem ao Oriente. Além de introduzir o macarrão na Europa, Polo trouxe uma receita para fazer sorvetes de água, muito parecidos com os atuais.
No século 17, quando o monarca Francisco I esteve em campanha na Itália, decidiu levar para seu filho, o Duque de Orleans, uma noiva, Catarina de Médicis. A ela atribui-se a introdução do sorvete na França. Neste mesmo país, em 1660, Procopio Coltelli inaugurou, em Paris, a primeira sorveteria do mundo.
A neta de Catarina de Médicis casou-se em 1630 com Carlos I da Inglaterra e, segundo a tradição da avó, também introduziu o sorvete entre os ingleses. Os colonizadores britânicos levaram o sorvete para os Estados Unidos.
Em 1851 os Estados Unidos viveram um dos momentos mais importantes da história do sorvete: o leiteiro Jacob Fussel abriu em Baltimore a primeira fábrica de sorvetes, produzindo em grande escala e sendo copiado por outros em Washington, Boston e Nova York.
Em 1879, também nos Estados Unidos, é inventado o "Ice Cream Soda". O aparecimento da casquinha possui duas versões: uma de que teria surgido em 1896 na Itália, e outra que diz que ela foi inventada em 1904 nos EUA.
O picolé apareceu na Itália no início do século 20.
O SORVETE CHEGA AO BRASIL
No Brasil, os cariocas foram os primeiros a experimentar a delícia gelada que vinha ganhando o mundo. Em 1834, o navio americano Madagascar, vindo de Boston, aportou na cidade do Rio de Janeiro com cerca de 200 toneladas de gelo em blocos. O objetivo: fazer sorvete, claro! Os blocos de gelo foram armazenados com serragem em depósitos subterrâneos e conservados por aproximadamente cinco meses. Como naquela época não havia como conservar o sorvete depois de pronto, as sorveterias anunciavam a hora certa de tomá-lo, causando alvoroço na cidade. Até as mulheres, que então eram proibidas de entrar em bares, cafés e confeitarias, resolveram quebrar o protocolo e fizeram fila para experimentar a novidade.
O sorvete começou a ser distribuído em escala industrial no país em 1941, quando nos galpões alugadas da falida fábrica de sorvetes Gato Preto, no Rio de Janeiro, instalou-se a U.S. Harkson do Brasil, a primeira indústria brasileira de sorvete. Seu primeiro lançamento em 1942 foi o Eski-bon, seguido pelo Chicabon. Dezoito anos depois, a Harkson mudou o seu nome para Kibon.

Os anos se passaram e o sorvete caiu mesmo no gosto do brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Indústrias de Sorvete (ABIS), em 2008 tivemos um consumo de 900 milhões de litros. Mas, apesar do aumento do consumo, a taxa em torno de 4,7 litros por pessoa ao ano ainda é baixa, se comparada com outros países de clima frio ou como a Nova Zelândia, campeã da lista. Por lá a média ultrapassa 26 litros por habitante!
Para incentivar o consumo de sorvete o ano todo e não apenas no verão, a ABIS instituiu o dia 23 de setembro como o Dia Nacional de Sorvete. Se você é fã da guloseima, delicie-se, mas com moderação. Afinal, a maioria dos sorvetes contém alto índice de gordura saturada e hidrogenada. Dê preferência aos picolés de fruta ou a outros sorvetes sem gordura, que são muito mais saudáveis.
DIA NACIONAL DO SORVETE
A PRIMAVERA CHEGOU!!!
E segundo a ABIS (Associação Brasileira das Indústrias do Sorvete) o dia 23 de Setembro – um dia após o início oficial da primavera – foi instituído o Dia Nacional do Sorvete.
Com certeza não há quem não goste de se refrescar com essa delícia. Mesmo os que tem intolerância à lactose ou os ovo-lacto-vegetarianos, podem saborear essa guloseima, pois, o sorvete pode ser produzido sem a adição de ovos e leite. Basta colocar suco de frutas no congelador e pronto, uma delícia gelada que refresca!
Para os apreciadores dessa guloseima gelada, o Guloseimas Caseiras irá postar uma série de curiosidades e receitas sobre o sorvete numa série especial.
Começamos por contar um pouco da história da Geladeira e do Sorvete seguidos por receitas saborosas e geladas dessa iguaria apreciada mesmo em países de clima frio.
Como no Brasil o consumo anual por habitantes é baixo em comparação com países de clima frio, vai aqui o convite para que os leitores do Guloseimas Caseiras não deixem de consumir o sorvete sempre que tiverem vontade, mas com moderação, pois, o sorvete pode ser delicioso, mas é rico em calorias e gorduras que acabam com qualquer dieta.
Afinal, queremos tomar sorvete mas não engordar!!!
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
GALINHA OU FRANGO???
Qual a diferença entre Frango e Galinha?
Nos filmes americanos sempre que traduzem a palavra Chicken, usa-se a palavra portuguesa Galinha. Mas será que os americanos consomem apenas as galináceas?
Normalmente no Brasil na maioria das receitas usa-se o termo Frango.
Como saber a diferença entre Frango e Galinha?
A galinha, bem como o galo, são respectivamente a fêmea e o macho da espécie Gallus gallus domesticus de aves galiformes e fasianídeas. Os juvenis são chamados de frangos, e os filhotes, de pintos ou pintinhos.
Estas aves possuem bico pequeno, crista carnuda e asas curtas e largas. A galinha tem uma enorme importância para o homem sendo o animal doméstico mais difundido e abundante do planeta e uma das fontes de proteína mais baratas.
Além de sua carne, as galinhas fornecem ovos. As penas também tem utilizações industriais. Segundo dados de 2003, há cerca de 24 bilhões de galinhas no mundo. Em alguns países da África moderna, 90% dos lares criam galinhas.
As galinhas são aves omnívoras, mas têm preferência por sementes e pequenos invertebrados.
As galinhas são uma importante fonte de alimento há séculos. As primeiras referências a galinhas domesticadas surgem em cerâmicas coríntias datadas do século VII a.C. A introdução desta ave como animal doméstico surgiu provavelmente na Ásia, de onde é nativa a espécie Galo Banquiva (Gallus gallus).
Apesar de os romanos terem desenvolvido a primeira raça diferenciada de galinhas, os registros antigos mostram a presença de aves selvagens asiáticas na China desde 1400 a.C.
Da Grécia Antiga, as galinhas espalharam-se pela Europa e os navegadores polinésios levaram estes animais em suas viagens de colonização pelo oceano Pacífico, incluindo a Ilha da Páscoa. A proximidade ancestral com o homem permitiu o cruzamento destinado à criação de diversas raças, adaptadas a diferentes necessidades.
Cuidados ao preparar aves
Aves cruas podem conter organismos potencialmente perigosos, como a bactéria salmonela, de modo que é preciso ter cuidado na preparação. Sempre lave as mãos, a tábua de carne, a faca e a tesoura para aves com água quente e sabão antes e depois de lidar com carne de aves. É bom usar uma tábua de carne que possa ser lavada a altas temperaturas, e, se possível, ter uma tábua exclusiva para a preparação de aves cruas.
Nos filmes americanos sempre que traduzem a palavra Chicken, usa-se a palavra portuguesa Galinha. Mas será que os americanos consomem apenas as galináceas?
Normalmente no Brasil na maioria das receitas usa-se o termo Frango.
Como saber a diferença entre Frango e Galinha?
A galinha, bem como o galo, são respectivamente a fêmea e o macho da espécie Gallus gallus domesticus de aves galiformes e fasianídeas. Os juvenis são chamados de frangos, e os filhotes, de pintos ou pintinhos.
Estas aves possuem bico pequeno, crista carnuda e asas curtas e largas. A galinha tem uma enorme importância para o homem sendo o animal doméstico mais difundido e abundante do planeta e uma das fontes de proteína mais baratas.
Além de sua carne, as galinhas fornecem ovos. As penas também tem utilizações industriais. Segundo dados de 2003, há cerca de 24 bilhões de galinhas no mundo. Em alguns países da África moderna, 90% dos lares criam galinhas.
As galinhas são aves omnívoras, mas têm preferência por sementes e pequenos invertebrados.
As galinhas são uma importante fonte de alimento há séculos. As primeiras referências a galinhas domesticadas surgem em cerâmicas coríntias datadas do século VII a.C. A introdução desta ave como animal doméstico surgiu provavelmente na Ásia, de onde é nativa a espécie Galo Banquiva (Gallus gallus).
Apesar de os romanos terem desenvolvido a primeira raça diferenciada de galinhas, os registros antigos mostram a presença de aves selvagens asiáticas na China desde 1400 a.C.
Da Grécia Antiga, as galinhas espalharam-se pela Europa e os navegadores polinésios levaram estes animais em suas viagens de colonização pelo oceano Pacífico, incluindo a Ilha da Páscoa. A proximidade ancestral com o homem permitiu o cruzamento destinado à criação de diversas raças, adaptadas a diferentes necessidades.
Cuidados ao preparar aves
Aves cruas podem conter organismos potencialmente perigosos, como a bactéria salmonela, de modo que é preciso ter cuidado na preparação. Sempre lave as mãos, a tábua de carne, a faca e a tesoura para aves com água quente e sabão antes e depois de lidar com carne de aves. É bom usar uma tábua de carne que possa ser lavada a altas temperaturas, e, se possível, ter uma tábua exclusiva para a preparação de aves cruas.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
INTERNET PELA REDE ELÉTRICA
Já é realidade no Brasil
No dia 13 de abril de 2009, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) homologou a tecnologia PLC - Power Line Communication, ou BPL - Broadband Power Line. Essa tecnologia permite o tráfego de voz, dados e imagens através da rede elétrica, o que abre um leque enorme de possibilidades na área de tecnologia.
A tecnologia PLC já existe há cerca de dez anos, sendo comercializada em 16 países da Europa. Nestes países, estão disponíveis links de até 4,5Mbps, devendo chegar ao final deste ano aos 14Mbps.
No Brasil, o desenvolvimento da PLC começou no Paraná, na fornecedora de energia elétrica, no final da década passada. Desde então, foi desenvolvida uma tecnologia compatível com o Sistema Elétrico Brasileiro, que foi testado nos últimos dois anos, até ser homologado.
Em São Paulo, já existem três bairros onde esta tecnologia está sendo utilizada: Pinheiros, Cerqueira César e Moema. Para os demais bairros, a tecnologia deverá estar disponível a partir de 2010. Com o PLC, a tomada elétrica vira o ponto principal de comunicação da residência ou da empresa.
O que muda para o usuário?
Para ter acesso a esta tecnologia, o usuário deverá contratar o serviço da operadora credenciada para comercializá-lo e adquirir um modem compatível com a tomada elétrica. Esse modem vai filtrar o sinal elétrico e disponibilizar os sinais de voz, dados e imagens em saídas específicas, funcionando como central de mídia.
Pensando em termos de facilidades oferecidas, esse modem poderá vir com uma antena de rede Wireless, oferecendo mobilidade para equipamentos de informática, como notebooks e desktops.
Outra possibilidade é portar o modem e usar a sua internet em qualquer lugar, bastando plugá-lo na tomada. Além disso, a montagem das redes vai ser simplificada, não necessitando de cabeamento de dados - que hoje é um problema, devido à dificuldade de passagem dos cabos.
Para as empresas, o PLC pode ser uma tecnologia que irá facilitar a interligação de unidades distantes através da rede elétrica, diminuindo a necessidade de links dedicados de dados, que são caros.
O que é preciso fazer na rede elétrica?
Para adaptar a rede elétrica para o PLC, as concessionárias de energia devem instalar uma grande quantidade de repetidores e roteadores junto aos transformadores, para amplificar o sinal de dados e evitar as oscilações nos pontos de segmentação da rede elétrica.
Como o PLC será comercializado?
A Eletropaulo divulgou que não deverá comercializar o PLC diretamente para o consumidor final, devendo fazer uma aliança com as operadoras de telecomunicações para atender o novo serviço.
Capilaridade da rede
Como a rede elétrica chega a quase todas as residências, o potencial de penetração desta tecnologia é enorme, podendo chegar a lugares onde hoje não existe banda larga pela linha telefônica, por rede de TV a cabo ou, ainda,
por rádio.
Somente este aspecto já torna o PLC atrativo para o público em geral. Basta agora saber como será o modelo comercial e o que vai ser oferecido para os consumidores finais.
Quais as vantagens
Em Porto Alegre, RS, já está utilizando a nova tecnologia. Luis Cunha, assessor de Relações Institucionais da Procempa, explica algumas vantagens:
"Uma das vantagens de transmitir dados pela rede elétrica é que 98% das residências do Brasil têm acesso. Por exemplo, pegamos um bairro afastado, que tem 120 mil habitantes. Apesar disso, não há cabeamento para internet rápida, porque não daria lucro. Puxamos um cabo de fibra ótica até lá e acoplamos na rede elétrica. Tem até fila para usar agora".
O acesso à internet utilizando discagem, como funciona em boa parte das residências brasileiras, tem uma velocidade de 56 mil bits por segundo (56 Kbps), normalmente. Utilizando a rede de cabos, chega a 2 milhões de bits por segundo (2 Mbps). A internet pela rede elétrica testada em Porto Alegre funciona a 45 milhões de bits por segundo (45 Mbps) , e será trocada, em breve, por um acesso de 200 milhões de bits por segundo (200 Mbps), diz Cunha.
"A transferência atual é pelo menos sete vezes mais rápida, dependendo do aparelho", explica o assessor de Projetos Especiais da Procempa, Cirano Iochpe, e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Segundo Iochpe, a transferência de dados pela rede elétrica funciona convertendo os bits em pulsos elétricos, que circula depois como tensões e correntes. "O desafio técnico agora é fazer essa rede ter uma performance adequada. Até hoje, esses pequenos projetos do Brasil usavam uma tecnologia que não era desenvolvida especificamente para o Brasil. No Brasil, o sinal perde força, tem ruídos. Os novos equipamentos têm filtros eletrônicos para manter o sinal forte e reduzir as interferências - que, no Brasil, são enormes", explica.
A facilidade, entretanto, é enorme. Em um prédio com acesso pela rede elétrica, é possível tirar o computador de uma tomada e ligar em outra, por exemplo. A Procempa já faz testes para dois tipos de usos: telemedicina, que é organizar consultas em centros médicos que possam ser realizadas em hospitais distantes com auxílio do vídeo; e um canal de retorno para interatividade da TV digital. Enquanto a TV digital seria transmitida por antenas, a interatividade poderia ser feita pela rede elétrica.
Iochpe diz que não há intenção comercial ainda. "No início, pelo menos, não queremos competir com os provedores normais, apenas levar acesso a programas sociais, como telecentros e centros de saúde". A rede elétrica, diz Cunha, ainda não foi pensada como modelo de negócio.
Leia mais sobre o funcionamento...
by Arbid Softs
No dia 13 de abril de 2009, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) homologou a tecnologia PLC - Power Line Communication, ou BPL - Broadband Power Line. Essa tecnologia permite o tráfego de voz, dados e imagens através da rede elétrica, o que abre um leque enorme de possibilidades na área de tecnologia.
A tecnologia PLC já existe há cerca de dez anos, sendo comercializada em 16 países da Europa. Nestes países, estão disponíveis links de até 4,5Mbps, devendo chegar ao final deste ano aos 14Mbps.
No Brasil, o desenvolvimento da PLC começou no Paraná, na fornecedora de energia elétrica, no final da década passada. Desde então, foi desenvolvida uma tecnologia compatível com o Sistema Elétrico Brasileiro, que foi testado nos últimos dois anos, até ser homologado.
Em São Paulo, já existem três bairros onde esta tecnologia está sendo utilizada: Pinheiros, Cerqueira César e Moema. Para os demais bairros, a tecnologia deverá estar disponível a partir de 2010. Com o PLC, a tomada elétrica vira o ponto principal de comunicação da residência ou da empresa.
O que muda para o usuário?
Para ter acesso a esta tecnologia, o usuário deverá contratar o serviço da operadora credenciada para comercializá-lo e adquirir um modem compatível com a tomada elétrica. Esse modem vai filtrar o sinal elétrico e disponibilizar os sinais de voz, dados e imagens em saídas específicas, funcionando como central de mídia.
Pensando em termos de facilidades oferecidas, esse modem poderá vir com uma antena de rede Wireless, oferecendo mobilidade para equipamentos de informática, como notebooks e desktops.
Outra possibilidade é portar o modem e usar a sua internet em qualquer lugar, bastando plugá-lo na tomada. Além disso, a montagem das redes vai ser simplificada, não necessitando de cabeamento de dados - que hoje é um problema, devido à dificuldade de passagem dos cabos.
Para as empresas, o PLC pode ser uma tecnologia que irá facilitar a interligação de unidades distantes através da rede elétrica, diminuindo a necessidade de links dedicados de dados, que são caros.
O que é preciso fazer na rede elétrica?
Para adaptar a rede elétrica para o PLC, as concessionárias de energia devem instalar uma grande quantidade de repetidores e roteadores junto aos transformadores, para amplificar o sinal de dados e evitar as oscilações nos pontos de segmentação da rede elétrica.
Como o PLC será comercializado?
A Eletropaulo divulgou que não deverá comercializar o PLC diretamente para o consumidor final, devendo fazer uma aliança com as operadoras de telecomunicações para atender o novo serviço.
Capilaridade da rede
Como a rede elétrica chega a quase todas as residências, o potencial de penetração desta tecnologia é enorme, podendo chegar a lugares onde hoje não existe banda larga pela linha telefônica, por rede de TV a cabo ou, ainda,
por rádio.
Somente este aspecto já torna o PLC atrativo para o público em geral. Basta agora saber como será o modelo comercial e o que vai ser oferecido para os consumidores finais.
Quais as vantagens
Em Porto Alegre, RS, já está utilizando a nova tecnologia. Luis Cunha, assessor de Relações Institucionais da Procempa, explica algumas vantagens:
"Uma das vantagens de transmitir dados pela rede elétrica é que 98% das residências do Brasil têm acesso. Por exemplo, pegamos um bairro afastado, que tem 120 mil habitantes. Apesar disso, não há cabeamento para internet rápida, porque não daria lucro. Puxamos um cabo de fibra ótica até lá e acoplamos na rede elétrica. Tem até fila para usar agora".
O acesso à internet utilizando discagem, como funciona em boa parte das residências brasileiras, tem uma velocidade de 56 mil bits por segundo (56 Kbps), normalmente. Utilizando a rede de cabos, chega a 2 milhões de bits por segundo (2 Mbps). A internet pela rede elétrica testada em Porto Alegre funciona a 45 milhões de bits por segundo (45 Mbps) , e será trocada, em breve, por um acesso de 200 milhões de bits por segundo (200 Mbps), diz Cunha.
"A transferência atual é pelo menos sete vezes mais rápida, dependendo do aparelho", explica o assessor de Projetos Especiais da Procempa, Cirano Iochpe, e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Segundo Iochpe, a transferência de dados pela rede elétrica funciona convertendo os bits em pulsos elétricos, que circula depois como tensões e correntes. "O desafio técnico agora é fazer essa rede ter uma performance adequada. Até hoje, esses pequenos projetos do Brasil usavam uma tecnologia que não era desenvolvida especificamente para o Brasil. No Brasil, o sinal perde força, tem ruídos. Os novos equipamentos têm filtros eletrônicos para manter o sinal forte e reduzir as interferências - que, no Brasil, são enormes", explica.
A facilidade, entretanto, é enorme. Em um prédio com acesso pela rede elétrica, é possível tirar o computador de uma tomada e ligar em outra, por exemplo. A Procempa já faz testes para dois tipos de usos: telemedicina, que é organizar consultas em centros médicos que possam ser realizadas em hospitais distantes com auxílio do vídeo; e um canal de retorno para interatividade da TV digital. Enquanto a TV digital seria transmitida por antenas, a interatividade poderia ser feita pela rede elétrica.
Iochpe diz que não há intenção comercial ainda. "No início, pelo menos, não queremos competir com os provedores normais, apenas levar acesso a programas sociais, como telecentros e centros de saúde". A rede elétrica, diz Cunha, ainda não foi pensada como modelo de negócio.
Leia mais sobre o funcionamento...
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009
CURIOSIDADES - A PANELA DE PRESSÃO
Muitas vezes, sé se consegue cozinhar sob pressão.
A história da panela de pressão começa pelo alto, lá nas montanhas. Os alpinistas, quando estavam em grandes altitudes e precisavam cozinhar alguma coisa para comer, quase nunca conseguiam. Isso porque a altas altitudes a pressão atmosférica é muito menor. E como a pressão é menor, a água entra em ebulição a temperaturas muito mais altas do que ao nível do mar, que é de 100°C.
Como atingir altas temperaturas lá nas montanhas é muito difícil em função dos ventos e da própria temperatura ambiente – e mesmo quando se conseguia, era preciso deixar a comida horas no fogo para cozinhar – pensou-se numa solução muito simples: transformar a pressão no interior da panela idêntica à pressão ao nível do mar.
Feita a experiência e comprovados os resultados, o que se fez a seguir foi aumentar a pressão no interior da panela. Assim, seriam necessárias menores temperaturas e menores tempos para o cozimento dos alimentos. Além do que, muitos deles ficavam muito mais saborosos e macios como à carne mais dura, por exemplo.
Foi este o princípio utilizado pelo francês Denis Papin em 1679. Seu “digestor”, ou marmita de Papin, consistia numa panela de ferro fundido com uma tampa que a vedava hermeticamente e uma válvula de segurança que foi a precursora das panelas de pressão.
Inclusive, até1905, ou seja, mais de dois séculos depois, as panelas de pressão continuavam sendo de ferro fundido. Neste ano, a Presto Company, dos Estados Unidos, produziu o primeiro modelo de alumínio, que foi seguida depois pela panela de aço inoxidável.
Sempre que a sua família estiver pressionando você perto da hora das refeições, conte esta história para eles. Com o seu conhecimento, mais os pratos que você vai preparar, eles vão ficar nas nuvens.
A história da panela de pressão começa pelo alto, lá nas montanhas. Os alpinistas, quando estavam em grandes altitudes e precisavam cozinhar alguma coisa para comer, quase nunca conseguiam. Isso porque a altas altitudes a pressão atmosférica é muito menor. E como a pressão é menor, a água entra em ebulição a temperaturas muito mais altas do que ao nível do mar, que é de 100°C.
Como atingir altas temperaturas lá nas montanhas é muito difícil em função dos ventos e da própria temperatura ambiente – e mesmo quando se conseguia, era preciso deixar a comida horas no fogo para cozinhar – pensou-se numa solução muito simples: transformar a pressão no interior da panela idêntica à pressão ao nível do mar.
Feita a experiência e comprovados os resultados, o que se fez a seguir foi aumentar a pressão no interior da panela. Assim, seriam necessárias menores temperaturas e menores tempos para o cozimento dos alimentos. Além do que, muitos deles ficavam muito mais saborosos e macios como à carne mais dura, por exemplo.
Foi este o princípio utilizado pelo francês Denis Papin em 1679. Seu “digestor”, ou marmita de Papin, consistia numa panela de ferro fundido com uma tampa que a vedava hermeticamente e uma válvula de segurança que foi a precursora das panelas de pressão.
Inclusive, até1905, ou seja, mais de dois séculos depois, as panelas de pressão continuavam sendo de ferro fundido. Neste ano, a Presto Company, dos Estados Unidos, produziu o primeiro modelo de alumínio, que foi seguida depois pela panela de aço inoxidável.
Sempre que a sua família estiver pressionando você perto da hora das refeições, conte esta história para eles. Com o seu conhecimento, mais os pratos que você vai preparar, eles vão ficar nas nuvens.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
CURIOSIDADES - O TORRESMO
O torresmo é uma preparação culinária feita de toucinho cortado em pequenos pedaços e frito até ficar crocante.
No Brasil, é uma contribuição da culinária portuguesa, com alguns retoques dos temperos trazidos pelos escravos da África.
Antigamente, era só uma maneira de se obter a banha de porco – gordura utilizada na culinária – mas na Bahia colonial, os escravos passaram a consumi-lo diretamente.
O torresmo passou a ser utilizado em larga escala como um delicioso petisco da comida mineira. É apreciado acompanhado de aperitivo - aguardente - e utilizado também na feijoada e no feijão tropeiro.
Pode acompanhar qualquer bebida por se tratar de um excelente tira-gosto.
No Brasil, é uma contribuição da culinária portuguesa, com alguns retoques dos temperos trazidos pelos escravos da África.
Antigamente, era só uma maneira de se obter a banha de porco – gordura utilizada na culinária – mas na Bahia colonial, os escravos passaram a consumi-lo diretamente.
O torresmo passou a ser utilizado em larga escala como um delicioso petisco da comida mineira. É apreciado acompanhado de aperitivo - aguardente - e utilizado também na feijoada e no feijão tropeiro.
Pode acompanhar qualquer bebida por se tratar de um excelente tira-gosto.
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